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Vida!!! " Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis".
Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém. Já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, amei e fui amado, mas também já fui rejeitado, fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, "quebrei a cara" muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só pra escutar uma voz, me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo)!
Mas vivi! E ainda vivo! Não passo pela vida. Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é MUITO para ser insignificante". (Chaplin)
Escrito por Ricardo Dias às 10h35
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O que você me pede eu não posso fazer Assim você me perde, eu perco você Como um barco perde o rumo Como uma árvore no outono perde a cor
O que você não pode eu não vou te pedir O que você não quer eu não quero insistir Diga a verdade, doa a quem doer Doe sangue e me dê seu telefone
Todos os dias eu venho ao mesmo lugar Às vezes fica longe, difícil de encontrar Mas, quando o neon é bom toda noite é noite de luar
No táxi que me trouxe até aqui júlio iglesias me dava razão No clip, paul simon tava de preto mas, na verdade, não era não Na verdade nada é uma palavra esperando tradução
Toda vez que falta luz Toda vez que algo nos falta alguém que parte e não volta O invisível nos salta aos olhos Um salto no escuro da piscina
O fogo ilumina por muito pouco tempo (por muito pouco tempo) Em muito pouco tempo o fogo apaga tudo, tudo um dia vira luz
O invisível nos salta aos olhos Ontem à noite, eu conheci uma guria Já era tarde, era quase dia Era o princípio num precipício Era o meu corpo que caía
Ontem à noite, a noite tava fria Tudo queimava, nada aquecia Ela apareceu, parecia tão sozinha Parecia que era minha aquela solidão
Ontem à noite eu conheci uma guria que eu já conhecia De outros carnavais com outras fantasias Ela apareceu, parecia tão sozinha Parecia que era minha aquela solidão
No início era um precipício (um corpo que caía) Depois virou um vício (foi tão difícil acordar no outro dia) Ela apareceu, parecia tão sozinha Parecia que era minha aquela solidão.
Escrito por Ricardo Dias às 09h35
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Saudade mais que sentida...
Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, doem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua. Dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é Saudade. Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade de um parente que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, o tempo não perdoa. Doem essas saudades todas. Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o escritório e ela para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar sem vê-la, ela o dia todo sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra a saudade que ninguém sabe deter. Saudade é não saber. Não saber mais se ela continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela vai ou não cortar os cabelos. Não saber se ela ainda le o livro que você deu. Não saber se ela foi a consulta médica como prometeu. Não saber se ela tem comido bem, se ela tem estudado direito, se ela continua fumando, se ela ainda entra na internet para lhe ver no msn, se ela continua tomando muita Cerveja, se ela continua sorrindo, sonhando, dormindo que nem pedra e atrasando para o trabalho, Se continua lhe amando... Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram compridos demais, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer. É não querer saber se ela está feliz, e ao mesmo tempo querer. É não saber se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim, doer...
essa ta foda...
Escrito por Ricardo Dias às 10h14
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Hoje eu vivo um grande dilema: Continuar amando cegamente e tentando achar respostas para tantas perguntas? Ou desisto e parto para outra com o orgulho ferido e a cabeça no meio das pernas???? to bem perdido, não sei que caminho seguir e nem que decisão tomar, só sei que dos dois dilemas que eu vivo, o primeiro me parece o mais correto a seguir. Perdi mais uma batalha, mas no final eu vou ser vencedor.
Escrito por Ricardo Dias às 10h02
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Será?
Será? será que mais uma vez me enganei com o mundo? será que acreditei demais no meu coração? será? será? será? o que eu fiz? foi só amar incondicionalmente e sem medo... e eis que o medo me toma conta de novo ...e corrói todos os sentimentos belos que haviam sido cultivados. Que droga é esta que colocam nas nossas vidas que aos poucos delapida o amor que sentimos um pelo outro... Não quero mais sofrer por terceiros. Se tiver que ser será, mas eu farei tudo para mudar esta armadilha... eu te amo Ricardo Dias Eu te amo minha vida.... e que assim seja...
Escrito por Ricardo Dias às 11h48
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Que sentimento é este que se mistura?
Que piração é esta que se acentua?
Que delírio é este que se insinua?
Que sentimento é este que me deixa irrequieto e acalma,
Que me acolhe e renova a alma?
Que sentimento é este que me enlouquece e elucida?
Que anseio é este de ser inteiro em meus sentimentos?
Que desejo é este de teus beijos para logo após perder meus sentidos?
Que vontade é esta de perder-me na cor de seus olhos?
Quem explica insensatez tamanha?
Quem explica a indiferença para a saudade que dói?
Quem explica loucura jamais sentida?
Só meu coração para me pregar peças assim...
E somente ele para me explicar como devem ser as coisas...
Escrito por Ricardo Dias às 12h17
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Que deste amor que se acabou,
Reste uma poesia e uma certeza.
Que este amor que me acalentou,
Seja de fato, eterna chama acesa.
Tu, poesia na minha dor e esplêndida em amor,
És minha dor e cura, brisa ao amanhecer.
Foste equilíbrio e loucura, perfume roubado de uma flor,
Foi de tudo um pouco e de um amor a me entorpecer.
Que deste amor que ainda sustento,
Fique a utopia que me abraça e me acolhe.
E esta solidão que para mim tornou-se oceano,
Seja de fato, mais uma lição que se aprende.
Foste bela, és bela, serás assim... Eterna!
Primavera em meus olhos, esperança e poesia.
Foste meu luar, minha inspiração mais bela,
Foste minha luz a noite e minha brisa ao dia.
Que um dia eu diga com certeza,
Deste amor que encerro em meu peito.
Da saudade que me rasga a veia,
Da triste solidão em meu leito.
Valeu todo o tempo, cada instante ao teu lado,
Valeu poder ter te amado,
Valeu o tempo presente, e o tão longo passado.
Hoje ponho nestas palavras a emoção,
Nestes versos que então escrevo, meio sem jeito.
Que seja eterno o que ainda sente meu coração,
E que viva para sempre até a morte neste peito.
Pois amo-te eternamente.
Mesmo na distância e no tempo presente.
Mesmo na infinita distância da saudade que sinto de ti.
Amarei-te até que meu coração permita.
Mesmo que a razão, torpe e diabólica me acene que acabou.
Pois meu coração é todo seu, e por assim ser.
Te amarei por te amar.
Que assim seja.
Ricardo Dias de carvalho
Escrito por Ricardo Dias às 10h53
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Saudade...
Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, doem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua. Dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é Saudade. Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade de um parente que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, o tempo não perdoa. Doem essas saudades todas. Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o escritório e ela para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar sem vê-la, ela o dia todo sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra a saudade que ninguém sabe deter. Saudade é não saber. Não saber mais se ela continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua cortando e pintando o cabelo. Não saber se ela ainda ve o dvd que você deu. Não saber se ela foi a consulta médica como prometeu. Não saber se ela tem comido bem, se ela tem ido a academia, se ela continua fumando, se ela aprendeu a entrar na Internet, se ela continua preferindo Cerveja, se ela continua sorrindo, se continua dançando. Se continua lhe amando... Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram compridos demais, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer. É não querer saber se ela está feliz, e ao mesmo tempo querer. É não saber se ela está mais magra, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim, doer...
Autor: desconhecido
*Com algumas adaptações
Escrito por Ricardo Dias às 16h44
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Dia chuvoso, frio, nublado.... putz!... da uma “nhaca” desgraçada... Mas temos que seguir em frente não? Escrevi algo neste final de semana e vou postar logo abaixo. Ainda lembro aos meus, que estou bem, melhor do que podem imaginar. E que se escrevo estas coisas, são porque me aparecem e devo colocar no papel. Ah... Uma novidade (para alguns pode ser uma merda. Rs). Esta semana eu volto para minha cidade, com fôlego renovado e novos horizontes abertos.
Uma boa semana a todos.
Confusão
Confuso, doente, estilhaçado, partido.
Tudo ao mesmo tempo.
Você não me olha,
Você não me entende,
Você não me conhece mais.
Mas eu não me importo mais com isso.
Também tenho meu orgulho.
Mas eu ainda estou aqui,
Esperando você desaparecer de meus olhos.
Confusa? Orgulhosa? Relutante? Falsa?
Estás assim só para me confundir?
Se for, estou aqui e vou lutar até o fim para não me enfraquecer.
Se devo carregar esta cruz, sei que agüentarei.
E Você? Vai agüentar quando ela começar a pesar?
Será que ai você ira me chamar?
Se você quis ir, o que eu poderia lhe dizer?
Será que te importaria? Ou o que mudaria?
Você escolheu isso, mas as feridas estão ai!
E este diabo que você alimenta não ira sumir.
Tudo muda nesta vida... Menos o tempo que passou,
E como eu queria fazer voltar o tempo...
Se você ao menos aprendesse a perdoar.
Sei que falei coisas horríveis em momentos de raiva
Mas foi real o que senti, e eu tenho certeza de tudo o que sinto.
Você bem sabe do que somos capazes juntos
Se você ao menos acreditasse nisso, tudo mudaria.
Dai sim poderíamos conquistar o mundo.
Se você quisesse, lhe diria uma coisa sempre:
“Que o mundo estaria aos nossos pés.”
Ricardo Dias de Carvalho
Escrito por Ricardo Dias às 11h16
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Sigamos em frente...sempre!

Escrito por Ricardo Dias às 12h17
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Devido a alguns ataques rebeldes de pessoas que me amam e não querem que eu esteja assim, terei que mudar um pouco o discurso de meu blog hoje...
Para começar, estou na terra para sentir, viver e nunca, em hipótese alguma, esconder meus sentimentos. (salvo algumas exceções). O Fato de “MEU BLOG” estar meio depre é resultado de alguns acontecimentos. 1º - é a primeira vez que escrevo em um Blog, e 2º calhou de eu estar meio depre mesmo, paciência. E como já é de conhecimento de quase todos, um BLOG nada mais é do que um diário eletrônico, portanto não tenho que dar satisfações a ninguém sobre o que escrevi nele. Já diz o ditado “A Dor é inevitável, o sofrimento é opcional...” Enquanto eu estiver com estas coisas na cabeça, vou escrever mesmo, bem como colocar algumas coisas que escrevi já há algum tempo. Mais uma vez, não estou morrendo e nem preciso da pena de ninguém. Se algumas pessoas não entendem o que é um BLOG, não posso fazer nada. Paciência não? Para os que me amam, fiquem tranqüilos, só estou passando para frente aquilo que sinto e senti.
Olhe para frente que eu vou para as cabeças
Olhe para o avante que nada vai me parar
E se estiver atrás, e quiser me seguir, aperte o passo. *
Pois a frente é o caminho
A frente é o meu destino
E eu quero chegar lá.
Pois para trás ficaram as magoas,
Para trás foi-se a tristeza e o meu passado foi ficando
Bem ausente.
Lá longe.
Irreconhecível...
Estou melhor...
Pois tenho da vida bons amigos,
Da vida boa família,
Da vida boa saúde,
E também grandes amores.
Já se foram alguns há tempos,
Outros eu tenho a contento.
E alguns já sumiram no tempo.
Pois para frente tenho que olhar.
Ricardo Dias de Carvalho
* inspirado no que uma amiga minha me disse hoje.
Escrito por Ricardo Dias às 10h56
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bateu inspiração e ai vai mais uma... ]
Eu posso sentir seu corpo
Quando eu estou me deitando na cama
Há muita confusão
Passando por minha cabeça
E isso me faz tão mal.
Saber que a chama ainda queima
Por que eu não posso lhe ter?
Quando eu aprenderei a lidar com isso?
Eu posso ver seu rosto
Mas eu sei que não é real
É apenas uma utopia
Causada por um coração acostumado a te
amar.
E isso me faz muito mal
Saber que a chama sempre queimará
E eu nunca terei...
Eu sei agora que eu jamais aprenderei.
Escrito por Ricardo Dias às 16h56
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Hoje estou sem inspiração, além do que, meu patrão chegou de Portugal, portanto, tenho que trabalhar um pouco. no mais, estou bem. Cada dia melhorando um pouco. Ah. Queria agradecer aqui, a força que algumas pessoas tem me dado. Com toda certeza, serão lembradas por mim em minhas orações. Beijos a todos.
Como não tenho o que escrever hoje, vou colocar uma letra de musica que bate em cima do que eu passo.
Reação Em Cadeia - Me Odeie
Qual é o teu segredo Do que você tem medo Não sou nenhum brinquedo Que pode se quebrar
Me dê algum motivo Por não estar contigo Quero saber se você Tem um novo amigo
Que amar você Como eu amei E que também Vai te proteger E te dar o que Eu não te dei
Me desgrace Me odeie Só não esqueça Que eu amei você Me difame, me odeie Só nunca esqueça Que eu amei você
Eu fui aos céus com você E ao inferno também Depois de ir às nuvens Quase caímos no chão
Amar é muito fácil Difícil é esquecer Que um dia todo amor Que tinha Eu dei pra você
E quando percebi Que não foi demais Era muito tarde Pra voltar atrás Pra te dar o que eu não te dei
Escrito por Ricardo Dias às 09h55
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Para alguém que ainda amo...
Tenho medo...
Pois imagino já um outro alguém, Meu coração que disse, mas não quero acreditar.
Só isso não basta para eu acreditar.
Será que já se arrependeu?
Ou teu orgulho ferido não permite?
Se ele permitisse, perceberia teu coração batendo lentamente,
pois cansou de sofrer, ou será que o que deixou para trás não te importa?
Todo este tempo juntos não foi suficiente para nossas vidas se encontrarem?
E como irei permitir que o tempo me afaste de ti?
De seus pensamentos?
De seus abraços?
De seus beijos?
De seu olhos?
Será que um dia entenderei o inexplicável?
Será? Será que o inexplicável tem outra razão?
Agora eu tenho medo das palavras que voce me deixou
Para mim são fantasmas que me atormentam dia e noite...
E hoje...
Hoje não posso estar mais perdido...
Pois minha vida está sem rumo,
minha vida está sem norte,
minha vida está em pedaços,
Eu procurei te encontrar em outras pessoas,
em outras bocas, em outros olhos em outros abraços.
E foi aí que lhe perdi...
Para sempre...
Ricardo Dias de Carvalho
Escrito por Ricardo Dias às 11h25
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Quem me conhece, sabe muito bem para quem e porque eu escrevi este poema...
Piscar de olhos
De seu belo sorriso ficou o olhar frio de um adeus
Longo e calado como uma névoa a cobrir meus olhos
E do amor eterno fez-se a sombra nos céus
E do romper das mãos a certeza no fim dos sonhos.
Num piscar de olhos
Tudo que era belo tornou-se triste
E da companhia a solidão presente.
Então do vinho fez-se a água
E dos olhos via-se o abrandar da chama
E da veneração a descrença na alma
E do amor absoluto apenas uma lembrança.
Mudou-se a presença para a saudade distante
E de tudo o nada se tornou presente
Num piscar de olhos.
Ricardo Dias de Carvalho
Escrito por Ricardo Dias às 16h11
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[ ver mensagens anteriores ] |
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